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Ali no cantinho
esquecido; largado
mora o pobre violão.
Fica quietinho, isolado,
implorando pra ser tocado
o pobre violão.
E tarde da noite,
– no sono perturbado -,
se toca, o homem grita desacordado;
descabelado: – Menino, olha que horas são!
E mais uma vez é deixado de lado
sonhando em ser tocado
o pobre violão.


Vá, e brinde à tuas virtudes.
Faça um ataque repentino
nesta vida que te engana.
Surpreenda o destino
com um gole de acaso.
Sê o exato nos incertos;
a vaidade no pudor.
Esqueça teus passados
e fuja deste agora.
Este agora não te quer;
te consome.
Vá, e pegue uma liberdade
com um abraço só
e jogue-a o mais alto
que puder.

Assim que meus anjos
se despedem,
você aparece.
Na boa noite desejada,
suas palavras confortam,
acalmam.
De longe em vento leve,
algumas palavras comovem;
me consomem em goles
de bem estar.
É você de certezas perfeitas
e perfeita beleza.
De encantos certeiros
que pescam quem na insonia vaga.
De onde vem?
Pra onde vai?
Pudera eu,
na despedida de meus anjos,
poder perguntar onde você está.
E que neste vento que trás
a tua palavra singela,
– teu simples olhar,
eles me joguem,
me lancem,
pra eu te encontrar.

 

 

 

 

 

 

 

 

felicidade de uma noite só…

Os erros geram revolta. Revolta, gera muitos erros.

 

Me perdi em teu sorriso
numa madrugada inesperada.
Sorriso lindo; um aviso
desta boca por mim sonhada.
Avisava que estava
………………….[feliz.
Fazendo-me voar,
em raso chão eu te buscava.
Ti, era tudo o que um dia quis.
Sorrindo juntamente,
não podia acreditar.
Ficou em minha mente
este teu jeito
…………………………..[de encantar.
Ah! Me diz.
Somente diz sem mentir.
Sou eu, realmente eu
quem te faz sorrir?

 

Em acaso deslise,
subo num alto luar.
Paro em cadência de
êxtase constante e,
contemplo estrelas a sorrir.
São astros e luzes
desenhando um momento
sem fim.
São crateras de um peito ferido
que fazem raios dum sol vazarem
desse eclipse de ser.
Se é, não sente;
só pensa no quanto tudo está bem.
Alívio imediato
salvando um coração cansado.
Ah! Meu coração agora
…………………….[tão alto;
tão longe deste mundo
de pequenos.
E sorri; e agrada a si mesmo
por ser tão diferente.
Tão aliviado em olhar
lágrimas lavando almas de chão.

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