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O que mais se vê, é gente agradecendo, agradecendo, sem pagar. Fácil é se sentir satisfeito, seja lá com o que for, vindo ou não dos “céus”, e ficar de mãos atadas enquanto há tanto de errado. Agradeça, mas faça! Faça! Só declarar méritos não eleva ninguém.

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“Sou hoje, o passado mais feliz de tudo aquilo que agora já não é mais meu.”

Hoje, mesmo sendo e não sendo tarde, já é o dia em que começo a buscar só o que me faz bem. E percebi que para encontrar tudo o que me agrada, é preciso me desprender de muitas coisas; aquelas que me fazem mal, desagradam. Coisas como: lugares, manias, atitudes, conceitos e até pessoas. Eu sei, não que seja fácil se desvencilhar de tudo isso. Não que pessoas sejam descartáveis ou atitudes somem num piscar de olhos, mas é preciso tentar. Quero hoje o mínimo de preocupação ou desgosto. Não quero mais a decepção por esperar aquilo que não vem de mim. Não quero ter e perder. O que não é meu, me agrada em ser assim, e por isso levo comigo a conformidade de que muitas dessas coisas também já se desprenderam de mim. Há pessoas das quais eu não faço falta ou parte de sua vida. Tudo bem, estou aqui para isso. Essa é a graça da situação. O jogo funciona assim. E aos poucos eu sei que vou vivendo, construindo, destruindo, rasgando, sentindo e aprendendo. Pois o caminho é longo de mais para uma vida muito curta. E ninguém caminha ou se quer chega muito longe com as costas carregadas de tudo o que não faz bem.

E eu sei.
Eu chego lá…

 

 

 

Rafael Meck
Londres, 8 de novembro de 2011

“O que é simples, bem simples, faz o que é perfeito para mim.”

‎”Só quem tem o verdadeiro peso da vida dentro de si, conhece seu valor próprio.”

Não me preocupo em ser. Não me preocupo em estar. Eu só sou e estou sem me preocupar.

Você sabe, mãe.
Este meu amor é discreto.
Nunca precisei gritar aos ares,
ou se quer ensurdever ouvidos
com o que vem de mim e pertence a ti.
É que mesmo falho,
quieto e guardado,
este meu amor é teu;
só teu.
Você sabe, mãe.
Minha vida cabe a você;
meus passos são teus.
Este meu pensamento longe,
só busca o teu.
Meu coração se aperta a cada
segundo longe da tua fala,
do teu estar ao meu lado
sem precisar se esforçar em ser mãe.
Pois você é! A melhor que há!
És a mãe deste garoto perdido
que hoje busca o orgulho que lhe falta entregar.
Se estou longe,
é pra me encontrar.
E quando isto acontecer,
eu volto! Volto sim, mãe!
Meu lar é você!
Eu volto, pois de ti,
sou filho único.
Todos sabem,
que tenho minha casa pra olhar
e você pra cuidar.
Por toda minha vida.

Rafael Meck
Londres, 2 de novembro de 2011

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