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Eu pulo de verso em verso
e não encontro nada.
Vida! Pouco mal lhe peço:
– Traz de volta minha amada!

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Aparência demais anula a boa alma.

Eu já não tenho tanta maldade,
como assim já perdi quase toda bondade.
Tão alheio e desprendido,
que às vezes me esqueço até de mim.

Me alivia o coração em ver, nesses dias de hoje, populares e baratos, tanta gente consumindo imagem alheia, e eu conseguir me fazer de fora.

Mesmo assim,
perdido em meio a distância,
guardo esta minha saudade de ti
que é pra não te esquecer.
Não que eu não tente às vezes,
ou não force um adeus todo dia.
É que mesmo assim,
perdido em meio a solidão,
teu sorriso ainda se faz em mim.

Não! Não te arrependas; não te arrependas de nada. És assim, o que fizeste. E além do mais, eu odeio ter que perdoar.