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Passa! Passa sem deixar rastros.
É assim que marcas,
nas deixas de teus passos,
o teu sorriso tão simplório!
Quem sorri de volta,
se envergonha em não ser notado.
Neste andar
só sobra espaço de um sorriso só.

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Há quem diga que sou frieza.
Que me conhecem por inteiro
e na metade do que aparento ser.
Há quem corra a meu encontro.
Às vezes se cansa,
tão menos alcança
o que quero esquecer.
Então me escondo,
finjo não conhecer
quem tanto diz me entender.
Pois sou o engano;
a pouca vontade de crer
nas promessas
de quem um dia
– de mãos fechadas
me fez.

“Esperança e fé são a morte da alma.”