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Que não me falte nunca
algumas noites tristes
e boa música de violão.
Alguns amores perdidos
– às vezes sim…
Daqueles de uma noite só!
Por que não?
Que nunca eu fique assim,
total sem problemas; entediado!
Que graça teria,
mesmo que numa bebida,
sentar num buteco
– com bons amigos,
e não reclamar da vida!?

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Vem, serenata!
Vem, música calma!
Sou todo descaso e bem esperto para uma criança.
Sou errante nas ruas,
Perdido no tempo.
Canta-te solidão!
Arranhe os braços de quem tanto te quer.
Já não tenho vergonha, susto ou frio.
Os copos cheio de noites me chamam.
As bocas vazias de palavras me beijam!

Quê quero mais eu?
Sou o espaço entre o tempo e o espaço… A valsa dos dedos trêmulos!
Sou a raiz da árvore seca enjoada de tanta água.
Ah! Quanta maldade se cria dentro de um sorriso, que mesmo sorrindo, eu deliro.
Só me dê tempo então.
Me dê tempo para esquecer como se esquece.

Eu joguei na mesa
– como jogo de baralho aberto,
Todo esse meu silêncio.
Já não penso que qualquer movimento, esquiva, seja o suficiente.
Estou cansado… Exausto até.
E pela primeira vez eu não quero ter que agir após vasto pensamento.
Eu só pus meu barco de papel na beira na calçada esperando a chuva chegar.

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