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Deita, fecha os olhos e descansa. Se for preciso, depois que estiveres leve o suficiente, feche os olhos de novo e descanse uma vez mais.
Não te culpes! Não te julgues pela demora que tua alma pede. 
Precisamos de vez em quando desse tipo de ociosidade; de preguiça.
Os dias passam e teu corpo, e tua alma se sobrecarregam. Sem que percebas, teu fardo aumenta com tudo o que acumulas sem exigir. Então tenha o teu tempo, tua retirada de tudo e todos.

Faça as pazes com tua alma e tua mente. 
Então levantes! Mas não só o teu corpo, mas tua cabeça e teu espirito. Alimente teu respeito e amor próprio. Sua humildade e paciência valerão ouro. 
Não deixem que duvidem da tua trajetória ou de teu passado. Tua história é tua história. Tua dor é tua dor. Tua memória é tua memória. Não importa de que forma tu expões ou lidas com tudo isso. Ninguém tem nada a ver ou se quer opinião suficientemente valorosa para negar o que é teu.
Te desprenda de destinos, promessas e migalhas que de vez ou outra a vida lhe traz, e conforme-se com tua caminhada e teu espaço. 
Depois de tudo isso em mente, sentirás todo cansaço e peso te aliviar o corpo.
Então só vá e faça os teus dias da melhor forma que lhe cabe, pois eu, assim, já não tenho mais nada a lhe dizer.
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