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Deita, fecha os olhos e descansa. Se for preciso, depois que estiveres leve o suficiente, feche os olhos de novo e descanse uma vez mais.
Não te culpes! Não te julgues pela demora que tua alma pede. 
Precisamos de vez em quando desse tipo de ociosidade; de preguiça.
Os dias passam e teu corpo, e tua alma se sobrecarregam. Sem que percebas, teu fardo aumenta com tudo o que acumulas sem exigir. Então tenha o teu tempo, tua retirada de tudo e todos.

Faça as pazes com tua alma e tua mente. 
Então levantes! Mas não só o teu corpo, mas tua cabeça e teu espirito. Alimente teu respeito e amor próprio. Sua humildade e paciência valerão ouro. 
Não deixem que duvidem da tua trajetória ou de teu passado. Tua história é tua história. Tua dor é tua dor. Tua memória é tua memória. Não importa de que forma tu expões ou lidas com tudo isso. Ninguém tem nada a ver ou se quer opinião suficientemente valorosa para negar o que é teu.
Te desprenda de destinos, promessas e migalhas que de vez ou outra a vida lhe traz, e conforme-se com tua caminhada e teu espaço. 
Depois de tudo isso em mente, sentirás todo cansaço e peso te aliviar o corpo.
Então só vá e faça os teus dias da melhor forma que lhe cabe, pois eu, assim, já não tenho mais nada a lhe dizer.
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“Esperança e fé são a morte da alma.”

Não há no mundo
beleza assim,
tão mais pura que a tua.
Diga-se de passagem
que a vida engana
e corações sofrem.
Mas, mulher!
Quem podes negar
teu sorriso?
Ensina-me devagarzinho
a saída da tua armadilha.
Sou errado neste instante
em tanto buscar isto teu,
que nunca será meu.
Mas que malvada
esta vida é.
Nos traz sem permissão
pra nos fazer sofrer.
Se meus lábios
falassem a lingua
dos teus,
ah, mulher.
Eu tentaria todo dia
te cantar as minhas cancões.
Talvez aquelas escritas
para amores perdidos.
Talvez aquelas que só falam
[de solidão.
Mesmo que na vaga
chance de ter,
eu estaria perdido por fim.
Pensa em mim,
que penso em você.
Pois a todo instante,
eu sei!
Eu sei que não há no mundo,
mulher,
beleza assim,
tão mais pura que a tua.

Não! Não te arrependas; não te arrependas de nada. És assim, o que fizeste. E além do mais, eu odeio ter que perdoar.

Eu penso que não há amor.
Eu penso que se houvesse, tudo seria um tanto mais triste.